B
BARRAGEM DE ACUMULAÇÃO
Barragem que se destina
a represar água para utilização no abastecimento de
cidades, em irrigação ou em produção de energia.
BARRAGEM DE DERIVAÇÃO
Barragem que se destina a
desviar um curso de água.
BARRAGEM DE REGULARIZAÇÃO
Barragem que se des-
tina a evitar grandes variações no volume de um curso
de água, para controle de inundação ou melhoria das
condições de navegação.
BARRAGEM
SUBTERRÂNEA
Barreira construída de ma-
terial impermeável ou de baixa permeabilidade, colo-
cada no subsolo, em uma posição tal que impede o
escoamento das águas subterrâneas.
BARRANCA
Trecho de um rio onde se observa o apareci-
mento de margens com fortes declives que chegam,
às vezes a mais de 80° e 85°. As barrancas aparecem
geralmente quando o rio se encaixa.
BARRANCO
Escavamento feito pelos agentes naturais,
como o das águas ou provocado pelo homem, num
trecho de uma encosta próximo da base. O termo bar-
ranco é um tanto vago, e usado mais na linguagem po-
pular, ou de engenheiros construtores de estradas ou
de edifícios, do que propriamente pelo geomorfólogo
ou geólogo. O deslizamento de barreiras, nos cortes
feitos em barrancos de material decomposto, constitui
um sério problema para os engenheiros. A maneira de
cortar o barranco depende de muita prática por parte
do engenheiro no que diz respeito às rochas decom-
postas e também um conhecimento exato do regime
das chuvas da região.
BARREIRA
Massa arenosa, disposta paralelamente à cos-
ta, e que permanece elevada acima da maré mais alta.
Restinga.
BARREIRA
1. V.
barranco.
2. Costa oriunda da arrebenta-
ção, na base de algumas elevações do litoral do Atlân-
tico, do AP ao RJ. Ex.:
Barreiras,
pov. (AL). Restinga.
BARREIRA (Ecologia)
Qualquer obstáculo de ordem físi-
ca, química ou biológica que impeça a dispersão dos
seres vivos.
BARREIRA DE ÁGUA DOCE
Frente de água doce subter-
rânea que apresenta uma altura de carga suficiente
para impedir a intrusão de água salgada ou salobra.
BARREIRA DO SOM
Fís.
Conjunto de fenômenos que
ocorrem quando um sólido desloca-se no ar com velo-
cidade pouco menor, ou igual à que a de propagação
do som. Observa-se nos aviões que atingem velocida-
des
supersônicas
e caracteriza-se pelo aumento muito
rápido da resistência ao movimento (o que provocou a
verdadeira desintegração dos primeiros aparelhos que
voaram com velocidades próximas às do som), pela
diminuição da sustentação e formação de uma onda
de choque. O fenômeno é acompanhado por um ca-
racterístico ruído, semelhante ao ribombar do trovão.
A causa básica destes fenômenos é a
onda de choque,
local que se forma quando a velocidade do sólido é
quase igual à da propagação da perturbação (a veloci-
dade do som) e interage com o escoamento do ar ao
longo da superfície do avião.
BARREIRO
1. Lugar de onde o barro é extraído para fins
de cerâmica. 2. Lugar salitroso, onde os animais vão
lamber o sal.
BARRENTO VERMELHO
(solo)
Denominação regional
dada aos solos de cor avermelhada, no Estado de São
Paulo que apresentam consideráveis analogias com a
terra rossa
da região mediterrânea.
BARRETA
Denominação regional dada aos entalhes nos
recifes, que permitem a entrada e saída das águas das
marés.
BARRIL
Unidade de volume equivalente a 158,98 litros.
BARRILETE
Parte da sonda destinada a recolher, proteger
e recuperar o material a ser amostrado.
BARRILHA
Denominação aplicada ao carbonato de sódio
e utilizada no preparo de sabões, vidros e amolecimen-
to de água dura.
BARRO
Termo regional usado para a
argila plástica
. Geral-
mente denomina-se de barro, na linguagem popular, a
argila vermelha
.
BARRO BRANCO
Denominação dada pelo povo à argila
caulínica.
BARRO
VERMELHO
O mesmo que argila vermelha.
V.
barro
.
BARROCA
Espécie de barranco oriundo das enxurradas.
Ex.:
Barrocas,
(BA).
BARROCÃO
Grande barroca. Ex.:
Barrocão,
(MG).
BASALTO
Rocha efusiva de cor escura, pesada, tendo
como minerais essenciais o piroxênio augítico e felds-
patos calcossódicos. A sua decomposição dá apareci-
mento a uma argila de coloração vermelha – a terra
roxa do Sul do Brasil.
BARRAGEM DE ACUMULAÇÃO
BASALTO
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