A
É estimada pela medição do perímetro ou do diâmetro
dos troncos e utilização de fórmulas específicas.
ÁREA DE FOCO (Epidemiologia)
Área de ocorrência e
transmissão de uma determinada doença, porém de
localização bem definida, limitada a uma localidade ou
pequeno número destas, em um município.
ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL (APA)
Área perten-
cente ao grupo das unidades de conservação de uso
direto, sustentável e regida por dispositivos legais.
Constitui-se de área em geral extensa, com certo grau
de ocupação humana, dotada de atributos abióticos,
bióticos, estéticos ou culturais, especialmente impor-
tantes para a qualidade de vida e bem-estar da popu-
lação residente e do entorno. Tem por objetivo discipli-
nar o uso sustentável dos recursos naturais e promover,
quando necessário, a recuperação dos ecossistemas
degradados.
ÁREA DE RELEVANTE INTERESSE ECOLÓGICO (ARIE)
Área possuidora de características extraordinárias ou
que abriga exemplares raros da flora e da fauna de
uma determinada região, o que exige cuidados espe-
ciais de proteção por parte do Estado.
ÁREA EDIFICADA
Área situada dentro do perímetro urba-
no ou suburbano de uma localidade. O importante é a
continuidade da edificação urbana. Uma área de ������
lotea-
mento, com construções esparsas, não é edificada. O
mesmo que
área urbanizada.
ÁREA ENDÊMICA (Epidemiologia)
Área geográfica re-
conhecidamente de ocorrência e transmissão de uma
determinada doença.
ÁREA INDENE VULNERÁVEL (Epidemiologia)
Área re-
conhecidamente sem transmissão de uma determina-
da doença, mas cujas condições ambientais favorecem
a instalação da transmissão.
ÁREA METROPOLITANA
Conjunto de uma grande cida-
de e seus subúrbios.
ÁREA ÓTIMA (Ecologia)
Extensão da superfície na qual
um animal ou vegetal encontra condições favoráveis
para o seu desenvolvimento.
ÁREA PROGLACIAL
Parte proximal de uma região perigla-
cial em relação às geleiras.
ÁREA URBANIZADA
V.
área edificada.
AREADO
adj. Diz-se dum terreno arenoso. Ex.:
Areado,
cid.
(MG).
AREAL
Trecho ou área de solo de uma região constituída
só de areias.
AREÃO
O mesmo que
areal
(
vide
).
ÁREAS URBANA E RURAL
Em geral se usa essa dife-
renciação para distinguir as áreas da concentração
populacional, em que o ambiente é mais fortemen-
te modificado pela ação antrópica – área urbana –,
da área rural, fora dos “limites” da cidade, onde se
localizam desde intervenções muito fortes como
as monoculturas, até as áreas mais intocadas como
as Unidades de Conservação (parques, reservas, es-
tações ecológicas, etc.). Esse tipo de classificação é
útil especialmente quando se pensa em intervir em
decisões relativas a políticas públicas: determinadas
questões ambientais são consideradas de caráter ur-
bano, como saneamento, trânsito, áreas verdes, pa-
trimônio histórico; outras são consideradas questões
rurais, como as relacionadas a fatores como recursos
hídricos, conservação de áreas com vegetação nativa,
erosão, uso de agrotóxicos.
AREIA
Grãos essencialmente de quartzo resultantes da
desagregação ou decomposição das rochas em que
entra a sílica. A separação do quartzo das rochas pelos
agentes da erosão elementar ou meteorização ocorre
pela sua maior resistência, tanto ao desgaste de ordem
física, quanto à decomposição química. Esses grãos
de quartzo, uma vez desintegrados da rocha primiti-
va, são transportados pelos diversos agentes erosivos
externos, indo formar as praias, os tômbolos, as dunas,
etc. Esses grãos, quando transportados pelos rios ou
mares, recebem certo polimento. O mar tem capacida-
de de desgastá-los mais profundamente devido ao vai-
vém constante das vagas. A cor da areia nem sempre
é branca, dependendo, no entanto, do seu estado de
pureza. As areias misturadas com um pouco de argila
apresentam coloração amarelada ou mesmo averme-
lhada, nos climas tropicais. Outras vezes, quando pos-
suem certos minerais, como a moscovita, a biotita, a
ilmenita ou a pirita, adquirem brilhos especiais ou de-
pósitos arenosos. As areias pretas podem ser produzi-
das pela mistura de grãos ou fragmentos de magnetita
ÁREA DE FOCO
AREIA
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